Discover Douro
Discover Douro
CIM Douro · BTL 2025
Em vez de vender o Douro a toda a gente da mesma forma, a campanha pergunta a cada visitante que tipo de viajante é: explorador, peregrino, provador, influencer ou empreendedor. O stand, o quiosque e a mesa multitoque respondem a essa pergunta e, ao mesmo tempo, constroem uma base de dados segmentada para a comunicação turística que vem depois da feira.
Uma campanha 360°, do conceito ao stand imersivo, ao livro editorial, à publicidade exterior em Lisboa e às ativações urbanas.
As personagens foram criadas com IA generativa. Fazer casting e fotografar em 19 municípios não cabia no prazo, e produzir internamente deu controlo total sobre a imagem da campanha.
Função: Direção criativa (com Hugo Cabral) e estratégia. Coordenação de uma equipa multidisciplinar (design, desenvolvimento, 3D, vídeo, na 2Play).
// Estudo de caso
Discover Douro
Dezanove municípios a vender a mesma coisa: socalcos, rio, vinho.
A decisão foi deixar de descrever o destino e passar a descrever o visitante.
Descobre o Douro. Descobre-te a ti mesmo.
Em vez de comunicar a região a partir das suas paisagens, monumentos e sabores, partimos da essência de quem visita. Assim o Douro deixa de ser apenas um destino e passa a ser um reflexo daquilo que cada pessoa procura numa viagem.
Doze tipologias, cinco pessoas
Levantámos doze tipologias de turismo e condensámo-las em cinco perfis com cara, idade e motivação: o explorador, a peregrina, o provador, a influencer e o empreendedor. Deixaram de ser segmentos de relatório e passaram a ser gente com quem o visitante se identifica em três segundos.
Três níveis de alcance
A campanha foi desenhada em círculos concêntricos a partir do recinto: dentro da BTL, no stand e nas áreas interativas; na envolvente, com mupis, pendões e painéis das personagens a encaminhar quem circula; e na cidade, em estações de comboio, metro e aeroporto, para receber quem chega a Lisboa antes sequer de pensar na feira.
O stand como base de dados
O quiosque e a mesa multitoque não eram ecrãs decorativos. O visitante escolhia o perfil com que se identificava, tirava uma fotografia e recebia por email a rota correspondente — e, ao fazê-lo, dizia à região quem era. O que a feira deixou não foi uma contagem de visitantes: foi uma base de dados segmentada, em que cada contacto já vem marcado com o tipo de turismo que o move. A partir daí, o Douro pode falar de vinho a quem viaja pelo vinho e de peregrinação a um peregrino, muito depois de a BTL estar arrumada.
- Cliente
- CIM Douro · 19 municípios
- Contexto
- BTL 2025, Lisboa
- Função
- Direção criativa e estratégia
- Equipa
- Design, desenvolvimento, 3D, vídeo, ativação






























